De Álter do Chão, Luiz Resende, Altivo e sua
esposa, Tania (que nos encontrou em Álter), seguiram viagem direto à Salvador,
por conta de compromissos de trabalho. O restante do grupo saiu de Álter do
Chão, na quarta feira, por volta das 10h da manhã. Pegamos uma estrada que nos
levou direto à Rurópolis, onde paramos para almoçar.
De Rurópolis pegamos a BR-163, porém, alguns quilômetros após Rurópolis decidimos desviar um pouco a rota e rodar cerca de 100 km a mais para conhecer a Fordlandia, uma cidade criada para gerar borracha, através do plantio de milhares de seringueiras, que contava com escolas, lojas, hospital e hidrantes, simbolizando o progresso.
A visita foi realizada por metade do grupo (Cowboy e da Vala, Bacalhau e Lala, Faca Cega e Macarrão, Pantera e Urubu), o restante seguiu direto a Trairão.
Enfrentamos uma estradinha de chão de aproximadamente 50 km, a Trans Fordlandia. Cerca de 90% do seu trajeto apresentava-se em melhor estado de conservação do que a própria transamazônica.
Ficamos surpresos com o que encontramos: ruínas dos grandes galpões, da fábrica, da grande casa que abrigava os americanos naquela época e, o que sobrou do que havia sido uma cidade bem estruturada, que possuía um comércio ativo contando com uma filial das Lojas Pernambucanas e um cinema, além de um hospital de ponta, onde foi realizada a primeira cirurgia de pele no Brasil, isso tudo às margens do rio Tapajós, no meio da selva amazônica. A visita terminou com chave de ouro, um maravilhoso por do sol nas águas do rio Tapajós.
De Rurópolis pegamos a BR-163, porém, alguns quilômetros após Rurópolis decidimos desviar um pouco a rota e rodar cerca de 100 km a mais para conhecer a Fordlandia, uma cidade criada para gerar borracha, através do plantio de milhares de seringueiras, que contava com escolas, lojas, hospital e hidrantes, simbolizando o progresso.
A visita foi realizada por metade do grupo (Cowboy e da Vala, Bacalhau e Lala, Faca Cega e Macarrão, Pantera e Urubu), o restante seguiu direto a Trairão.
Enfrentamos uma estradinha de chão de aproximadamente 50 km, a Trans Fordlandia. Cerca de 90% do seu trajeto apresentava-se em melhor estado de conservação do que a própria transamazônica.
Ficamos surpresos com o que encontramos: ruínas dos grandes galpões, da fábrica, da grande casa que abrigava os americanos naquela época e, o que sobrou do que havia sido uma cidade bem estruturada, que possuía um comércio ativo contando com uma filial das Lojas Pernambucanas e um cinema, além de um hospital de ponta, onde foi realizada a primeira cirurgia de pele no Brasil, isso tudo às margens do rio Tapajós, no meio da selva amazônica. A visita terminou com chave de ouro, um maravilhoso por do sol nas águas do rio Tapajós.
Para quem quiser saber mais sobre a história da Fordlandia seguem os links de dois sites que sugiro: http://www.fordlandia.com.br http://www.portaldoenvelhecimento.org.br/cronicas/cronica47.htm
Conheco muito bem esse lugar!!! São 10 anos da minha historia em transfordlandia
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